Sobre Citroën Aircross
Por baixo do capô
O Aircross é equipado com motor 1.6 16V flex com comando de válvulas variável que rende 122 cv e 16,4 kgfm de torque máximo com etanol ou 115 cv e 15,5 kgfm com gasolina. A novidade é que ele passa a contar também com motor 1.5 - que já equipa o C3 Picasso - que rende 93 cv e 14,2 kgfm com etanol ou 89 cv e 13,4 kgfm com gasolina. O câmbio pode ser manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades - a transmissão automática recebeu a função Eco, que adianta as trocas de marcha e reduz o consumo em até 5% de acordo com a fabricante.
Mais do Aircross
Fabricado em Porto Real (RJ), o Aircross é feito sobre a mesma plataforma de C3, C3 Picasso e Peugeot 208. O destaque da linha 2016 fica por conta das novas versões de entrada que aboliram o estepe na tampa traseira. O porta-malas carrega 403 litros e a posição de dirigir é elevada. A opção básica vem de fábrica com direção elétrica, ar-condicionado, pneus com baixa resistência ao rolamento, computador de bordo, trio elétrico (nas quatro portas) e porta-luvas refrigerado. A topo de linha possui, de série, central multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas, câmera de ré, Bluetooth, USB, 16GB de memória e espelhamento do celular compatível com os sistemas MirrorLink (para Android) e CarPlay (para IOS). É possível ainda utilizar o aplicativo Link MyCitroën e acessar pelo smartphone informações do veículo como autonomia, consumo e localização onde está estacionado, entre outras funções.
Passado
Apesar de ser baseado no C3 Picasso, o Aircross foi apresentado antes no mercado nacional. O modelo aventureiro chegou em 2011, enquanto o monovolume que lhe deu origem veio um ano depois. No final de 2015, foi lançada no Brasil a reestilização do Aircross, que aposentou de vez a C3 Picasso, com mudanças visuais e no catálogo: as versões Tendance e Exclusive foram renomeadas para Feel e Shine e houve a inclusão das configurações inéditas Start e Live, que não têm o estepe na tampa traseira.